Segunda-feira, 17 de Janeiro de 2022

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Nove em cada dez pequenos negócios usam Pix como forma de pagamento, de acordo com pesquisa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e da Fundação Getulio Vargas (FGV). Em novembro de 2021, 86% das pequenas empresas já utilizavam a modalidade. Em agosto, 77% usavam o Pix.

Entre os microempreendedores individuais (MEI), 87% afirmam usar o Pix em suas transações. Entre donos de micro e pequenas empresas, o percentual é de 85%.

Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, o aumento do número de usuários de Pix e as facilidades que ele promove têm estimulado os donos de pequenos negócios a incorporarem essa modalidade de pagamento.

“É um sistema ágil, que não onera o consumidor, mais barato que uma taxa de cartão e que pode ser usado 24 horas por dia. O Pix foi muito bem aceito e os empreendedores perceberam isso e estão se modernizando”, afirma Melles.
As atividades mapeadas pela pesquisa que mais utilizam o Pix são:

— Academias e serviços de alimentação (94%);

— Oficinas e empresas ligadas à beleza (93%).

As atividades que menos aderiram ao sistema são:

— Serviços empresariais (71%);

— Energia (79%).

O Pix é um meio de pagamentos e transferências desenvolvido pelo Banco Central para facilitar as transações financeiras. Ele está em operação no Brasil desde novembro de 2020.

Novo golpe

Golpes usando QR Code como opção de pagamento via Pix estão entre as tendências do cibercrime para 2022, de acordo com a Kaspersky. Especialistas da empresa identificaram duas novas fraudes utilizando essa combinação nos primeiros dias do ano, conforme relatório divulgado nesta segunda-feira (10).

Em um deles, os cibercriminosos se passam por uma empresa de telecomunicações e enviam cobranças falsas para os assinantes. O método de ação é antigo, mas a novidade está na presença do QR Code para agilizar o pagamento.

Para atrair a vítima, eles oferecem um suposto desconto de 5% para tal opção. Além disso, os golpistas disfarçam o e-mail real do remetente e copiam o visual autêntico do boleto da prestadora, como forma de tornar a cobrança mais convincente.

Já o outro golpe com Pix e código QR envolve a oferta de uma plataforma de streaming em parceria com grandes redes de cinema. Os cibercriminosos afirmam ser possível assistir aos filmes em cartaz no serviço, pagando R$ 267,99 pelo plano trimestral — o sistema de pagamentos instantâneos é a única forma de quitar o valor.

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