Quarta-feira, 19 de Janeiro de 2022

Home em foco Ômicron: conheça os cinco sintomas da nova variante do coronavírus

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Descoberta na semana passada na África do Sul e classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma variante de preocupação (VOC), a ômicron chegou ao Brasil.

O que se sabe até agora é que os sintomas da ômicron são diferentes dos da delta, a responsável pela maioria dos casos recentes de covid-19 no mundo.

A médica Angelique Coetzee, que atendeu a vários pacientes com a nova variante antes de ela ser descoberta, percebeu uma mudança nos sintomas apresentados pelos doentes. Segundo ela, que também é presidente da Associação Médica da África do Sul, os sintomas da ômicron relatados pelos pacientes foram:

— cansaço;

— dores musculares;

— “coceira na garganta” ou “garganta arranhando”;

— febre baixa (em poucos casos);

— tosse seca (poucos casos).

De acordo com a médica, os sintomas da ômicron são mais parecidos com a variante beta. O cansaço foi o principal motivo que levou as pessoas a procurarem pela a ajuda da médica. Os sintomas mais comuns da delta eram pulsação elevada, baixos níveis de oxigênio e perda de olfato e paladar.

Até agora, os pacientes infectados pela ômicron apresentaram apenas sintomas leves. No entanto, a nova variante preocupa a OMS e os países por causa das 50 mutações que a nova cepa apresenta, sendo 32 apenas na proteína Spike, principal alvo das vacinas desenvolvidas até o momento.

Acredita-se também que ela pode ser mais transmissível que a delta, já que aumentou o número de casos de covid-19 da África do Sul.

Vacinas

Desde que foi reportada à OMS pela África do Sul, em 24 de novembro, a variante ômicron tem gerado discussões sobre os impactos que poderá ter sobre a eficácia das vacinas. Embora não haja, até o momento, registro de mortes causadas pela nova cepa, ela provoca preocupação em autoridades ao redor do mundo por apresentar um número maior de mutações.

Os laboratórios, nos últimos dias, têm se pronunciado a respeito do que sabem até o momento e de suas expectativas em relação à eventual necessidade de desenvolvimento de vacinas atualizadas. Com testes já em andamento, espera-se que em duas ou três semanas haja resultados que indiquem se será preciso que as vacinas passem por modificações.

A vacina da Pfizer/BioNTech provavelmente oferece proteção contra casos graves da variante ômicron, de acordo com Ugur Sahin, presidente-executivo da BioNTech.

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