Quinta-feira, 30 de Abril de 2026

Home Esporte Os Melhores Jogadores Brasileiros da Ligue 1 2025-2026: O Brasil Domina a França

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A temporada 2025-2026 da Ligue 1 francesa está sendo palco de uma verdadeira invasão verde e amarela. Nunca antes o futebol brasileiro esteve tão representado no campeonato francês em tantas posições estratégicas — do gol à área adversária, passando por laterais decisivos e zagueiros experientes.

São craques de diferentes gerações, de clubes como Paris Saint-Germain, Olympique Lyonnais, Olympique de Marseille, AS Monaco e OGC Nice, todos carregando na chuteira o DNA técnico e a ginga inconfundível do futebol verde e amarelo.

Neste artigo, reunimos os principais nomes brasileiros que estão se destacando na França nesta temporada, com dados verificados, contexto histórico e análise de performance. Para quem gosta de acompanhar estatísticas, tendências de jogo e até mercados específicos ligados ao rendimento ofensivo, como bets com pagamento antecipado ao marcar 2 gols, este tipo de leitura ajuda a enxergar melhor o momento de cada jogador e de cada equipe. Prepare o cafezinho e vem com a gente.

Endrick: A Revelação Que Virou Fenômeno

Se tem um nome que resume tudo de mais emocionante desta Ligue 1, esse nome é Endrick. O jovem atacante, emprestado pelo Real Madrid ao Olympique Lyonnais em janeiro de 2026, transformou sua passagem pela França num verdadeiro espetáculo de futebol.

Quando chegou ao Lyon, Endrick carregava o peso de ter ficado à margem no Real Madrid — pouca minutagem, forte concorrência com Mbappé e a presença de Gonzalo García no ataque merengue. O empréstimo à Ligue 1 era uma aposta. Virou um acerto retumbante.

Desde a sua estreia, em 11 de janeiro de 2026, o camisa 9 do Lyon acumulou números impressionantes: em pouco mais de três meses, registrou participação direta em 12 gols, sendo 6 marcados e 6 assistências. Para efeito de comparação, no mesmo período, Erling Haaland tinha 10 participações, Kylian Mbappé tinha 11 e Mohamed Salah também 11. Endrick superou todos eles. Aos 19 anos.

O clímax veio no dia 19 de abril de 2026, quando o Lyon foi ao Parque dos Príncipes enfrentar o PSG, líder da tabela — e venceu por 2 a 1. Endrick marcou o primeiro gol aos 6 minutos de jogo, com precisão cirúrgica, driblando Matvey Safonov após receber um lançamento milimétrico. Doze minutos depois, virou garçom e lançou Afonso Moreira em profundidade para o segundo gol. Resultado: vitória histórica e Endrick como protagonista absoluto.

Com a exibição de gala, o Lyon ocupa a terceira posição da tabela, na briga direta por vaga na Champions League — embora o clube ainda tenha jogos a disputar, o que pode alterar o cenário. O Real Madrid já anunciou que o empréstimo confirmou o que todos esperavam: Endrick vai retornar ao clube espanhol com a confiança renovada. A Copa do Mundo de 2026 também está no horizonte do jovem, que voltou a ser convocado para a Seleção Brasileira em amistosos contra França e Croácia.

Endrick não é apenas a revelação da Ligue 1. É um dos jovens jogadores mais decisivos do futebol mundial neste momento.

Marquinhos: O General do PSG

Enquanto Endrick brilha no Lyon, no PSG quem continua sendo a pedra fundamental da defesa é Marcos Aoás Corrêa, mais conhecido como Marquinhos. O capitão do clube parisiense — e da Seleção Brasileira — completou 31 anos em maio de 2025 e segue jogando num nível altíssimo.

Nascido em São Paulo em 1994, Marquinhos chegou ao PSG ainda jovem, em 2013, vindo da Roma. Desde então, construiu uma carreira que só tem paralelo com os maiores defensores da história do clube. Em abril de 2024, tornou-se o jogador com mais partidas na história do Paris Saint-Germain, superando Jean-Marc Pilorget. Em setembro de 2025, atingiu a marca de 100 jogos pela Seleção Brasileira, num vitorioso 3 a 0 contra o Chile pelas Eliminatórias da Copa do Mundo.

Na temporada 2024-2025, Marquinhos foi peça central no maior feito da história do PSG: a conquista da Liga dos Campeões da UEFA, com uma goleada de 5 a 0 sobre a Inter de Milão na final realizada na Allianz Arena, em Munique. Como capitão, foi ele quem ergueu a taça da Champions pela primeira vez na história do clube.

Agora, na temporada 2025-2026, Marquinhos segue exercendo o mesmo papel de liderança na Ligue 1, onde o PSG lidera a tabela. Ao lado de Pacho na zaga, com Hakimi e Nuno Mendes nas laterais, forma uma das defesas mais sólidas da Europa. Sua inteligência posicional, a capacidade de antecipar jogadas e a leitura tática refinada fazem dele muito mais do que um zagueiro: é o cérebro defensivo do PSG.
Com dez títulos da Ligue 1 no currículo, Marquinhos persegue mais um campeonato nacional — e os sinais são promissores.

Igor Paixão: O Artilheiro do Marseille

No sul da França, o Olympique de Marseille conta com Igor Paixão como uma das suas principais armas ofensivas. O extremo brasileiro, que atua pela esquerda ou pela direita dependendo do sistema tático, soma 6 gols na temporada e figura entre os brasileiros mais produtivos da Ligue 1 nesta edição.

Paixão chegou ao Marseille vindo do Feyenoord, clube holandês onde se revelou ao futebol europeu com atuações consistentes e muita velocidade. No Vélodrome, encontrou espaço para mostrar sua qualidade: aceleração nos metros iniciais, capacidade de driblar em espaços reduzidos e finalização com ambos os pés. O torcedor marseillais adotou o brasileiro com entusiasmo.

Os seus 6 gols na temporada têm sido fundamentais para manter o Marseille na briga pelas vagas europeias — uma tradição importante para um clube com a história e a grandeza do OM. Igor Paixão é hoje um dos brasileiros mais valiosos fora do PSG na Ligue 1.

Vanderson e Caio Henrique: Os Dois Lados do Monaco

Um dos clubes que mais se beneficia da qualidade dos jogadores brasileiros é o AS Monaco, que conta com dois laterais verde e amarelos de alto nível: Vanderson, pela direita, e Caio Henrique, pela esquerda.

Vanderson é hoje um dos laterais mais cobiçados do futebol europeu. Revelado pelo Grêmio, o lateral chegou ao Monaco em 2022 e não parou de crescer. Rápido, consistente defensivamente e com enorme capacidade de sobreposição, Vanderson se destaca pela intensidade com que percorre o corredor direito durante os 90 minutos. Seu nome é frequentemente associado a grandes clubes que o monitoram de perto, mas por enquanto segue sendo peça fundamental no Principado.

Caio Henrique, do lado oposto, é dono de um futebol mais técnico e elegante. O lateral esquerdo tem na qualidade dos cruzamentos, na visão de jogo e na inteligência posicional suas maiores qualidades. Vindo de passagem pelo Atlético de Madrid, encontrou no Monaco o ambiente certo para desabrochar e se consolidar como um dos melhores laterais-esquerdos da competição.

Juntos, Vanderson e Caio Henrique formam talvez as melhores duas laterais de origem brasileira que a Ligue 1 já viu ao mesmo tempo. Uma força rara que o Monaco soube aproveitar ao máximo.

Abner: A Solidez do Lyon

Companheiro de Endrick no Olympique Lyonnais, o lateral esquerdo Abner Vinícius é outro brasileiro que contribui de forma importante para o projeto do clube francês. Revelado pelo Athletico Paranaense, Abner chegou à Europa pelo Real Betis, da Espanha, antes de se transferir para o Lyon em 2024.

Sua função é mais discreta do que a dos colegas de seleção, mas não menos importante: solidez defensiva, marcação dura e apoio equilibrado no avanço ofensivo. Contra o PSG, no jogo histórico do dia 19 de abril, Abner quase marcou um golaço acrobático que forçou uma grande defesa de Safonov. É o tipo de jogador que os treinadores adoram ter: confiável, dedicado, capaz de não dar espaço ao adversário.

Dante: O Eterno Guerreiro do Nice

Há nomes no futebol que parecem desafiar o tempo, e Dante é um deles. O zagueiro do OGC Nice, nascido em Salvador da Bahia em 1983, continua jogando ao mais alto nível com mais de 40 anos — uma façanha que beira o impossível em uma das ligas mais físicas da Europa.

Dante chegou ao futebol europeu pelo Lille, em 2004, e depois trilhou uma rota ascendente pela Bélgica — Charleroi e Standard Liège — até brilhar no Borussia Mönchengladbach e, depois, no Bayern de Munique, onde foi titular na Tríplice Coroa alemã de 2012-2013, incluindo a Champions League. No Nice desde 2016, tornou-se um símbolo do clube da Riviera Francesa.

Na temporada 2025-2026, o veterano segue como referência insubstituível na defesa do Nice. Líder silencioso, capitão de alma, ponto de referência para os jovens jogadores que chegam à Ligue 1. A sua longevidade não é fruto do acaso: é resultado de uma dedicação obsessiva ao cuidado físico, à alimentação e à mentalidade profissional. Dante é um exemplo para toda uma geração de defensores brasileiros.

Renato Marin: A Promessa do Futuro no PSG

Se os veteranos já fizeram história, o futuro tem nome e tem 19 anos: Renato Marin, jovem goleiro brasileiro do PSG. O garoto ainda não é titular do time parisiense — a posição é do russo Matvey Safonov, atual dono da meta após a saída de Donnarumma para o Manchester City em 2025 — mas analistas de Football Analytics AI o apontam como o jogador com o maior “potencial de retorno ao pico” de toda a Ligue 1, com uma estimativa de +52% de crescimento futuro esperado.

Formado nas bases de Palmeiras e São Paulo antes de migrar para a Roma, na Itália, Renato Marin representa a aposta do PSG no longo prazo: um goleiro com reflexos excepcionais, boa saída de bola e domínio do espaço. Na competição moderna, onde o goleiro precisa ser também o primeiro construtor do jogo, o jovem tem todas as características para se firmar. O tempo está a seu favor.

Emersonn: O Nome Que Está Emergindo

Entre os jogadores brasileiros mais produtivos em gols e assistências da Ligue 1 nesta edição figura também Emersonn, jovem atacante citado por plataformas de estatística como uma das surpresas da temporada. Ainda em fase de consolidação, Emersonn aparece com números crescentes que chamam a atenção dos grandes clubes do campeonato.

O Brasil Domina Todas as Posições

Uma das coisas mais fascinantes desta temporada da Ligue 1 é observar como os jogadores brasileiros cobrem praticamente todos os setores do campo: Renato Marin no gol (PSG); Marquinhos e Dante na zaga (PSG e Nice); Vanderson como lateral direito (Monaco); Caio Henrique e Abner como laterais esquerdos (Monaco e Lyon); e Endrick, Igor Paixão e Emersonn no ataque (Lyon, Marseille).

É uma presença que vai muito além dos números. É uma escola de futebol — a escola brasileira — que continua exportando talento, caráter e estilo para os quatro cantos do mundo. A França, historicamente berço de grandes jogadores africanos, vive agora uma nova onda de brasilidade que enriquece o campeonato tanto dentro quanto fora de campo.

O Legado Que Continua

O Brasil sempre soube como fazer do futebol uma arte. E a Ligue 1 2025-2026 é mais uma tela onde essa arte se expressa em todas as suas cores. De Marquinhos, o capitão experiente que ergue a taça da Champions e lidera o PSG com a sabedoria de quem viveu tudo, ao jovem Endrick, que chega ao Parque dos Príncipes e vira o jogo com um gol de craque aos 19 anos — o arco dessa geração é extraordinário.

Igor Paixão, Vanderson e Caio Henrique representam a força produtiva de um Brasil que coloca qualidade em cada posição do campo. Abner e Dante completam uma defesa verde e amarela que rivaliza com qualquer seleção imaginária. E Renato Marin observa do banco e aprende para, um dia, ser o próximo.

O futebol brasileiro tem passado por altos e baixos na última década na Seleção, mas na Europa — e especialmente na Ligue 1 —, a chama segue viva, intensa e brilhante.

Para quem acompanha de perto também as dinâmicas fora das quatro linhas, como o crescimento das plataformas digitais e dos mercados ligados ao desempenho em campo, vale observar como alternativas como uma plataforma de apostas com depósito de R$1 refletem um acesso cada vez mais amplo a esse universo. Cada drible do Endrick, cada cruzamento do Caio Henrique, cada intervenção do Marquinhos contam uma história maior: a história de um país que ensina o mundo a jogar futebol, uma geração de cada vez.

A temporada ainda não acabou. E o Brasil, como sempre, ainda tem muito a mostrar.

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