Quinta-feira, 30 de Abril de 2026

Home Brasil Polícia Federal investiga funcionário da Caixa por desvio de recursos destinados às vítimas das enchentes no RS

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Um funcionário de uma agência bancária de Praia Grande, no litoral de São Paulo, está sendo investigado pela Polícia Federal (PF). De acordo com a corporação, ele é suspeito de desviar recursos de programas do Governo Federal de apoio às vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul.

As vítimas, correntistas que residem em outro estado contestaram as retiradas dos valores, o que levou à identificação das fraudes nos auxílios concedidos durante o período de calamidade pública pela Caixa Econômica Federal (CEF).

Em nota, a Polícia Federal explicou ter identificado, com o apoio da Caixa Econômica Federal, saques de auxílios concedidos durante a calamidade pública do estado gaúcho. A retirada dos recursos foi feita em terminais de autoatendimento em Praia Grande, entre os meses de julho e agosto.

Com a suspeita de fraude, a polícia identificou que o responsável seria o próprio funcionário da instituição bancária através do aplicativo da “Caixa Tem”.

Os agentes informaram que o esquema foi executado por meio do aplicativo “Caixa Tem”, com a participação de um funcionário da própria CEF, que facilitou o desvio dos recursos. As investigações apontaram a atuação desse colaborador como um dos principais responsáveis pelas fraudes.

Diante das informações, a PF deflagrou nessa sexta (18) a “Operação Dilúvio”. De acordo com a polícia, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão na casa e no local de trabalho do investigado em Praia Grande. Não foi divulgada a quantia de dinheiro apreendida com o homem.

Ainda conforme informado pela corporação, a Justiça Federal de Santos (SP) determinou a suspensão da função do homem na instituição bancária e solicitou a restrição patrimonial, uma medida usada para garantir que o acusado não se desfaça do patrimônio até o final do processo.

A PF destacou que os fatos são investigados como furtos mediante a fraude e com uso de dispositivo eletrônico. No caso do colaborador afastado, além dessa acusação, ele pode enfrentar outras infrações devido ao uso de informações privilegiadas dos correntistas para facilitar os furtos.

A Caixa afirmou que a fraude foi identificada pela área de segurança do próprio banco. “A Caixa ressalta que melhora constantemente os critérios de segurança, observando as melhores práticas de mercado e as evoluções necessárias ao observar a ocorrência de fraudes”.

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