Sábado, 05 de Setembro de 2026
Por Redação Rádio Pampa | 4 de setembro de 2026
O candidato do PSD à Presidência da República, Ronaldo Caiado, defendeu que o Supremo Tribunal Federal (STF) quebre o sigilo de todas as investigações que envolvem o escândalo do Banco Master, a fraude do INSS e a produção do filme Dark Horse. Em entrevista ao Estadão, o ex-governador de Goiás defendeu que os eleitores tenham acesso a todas as apurações que envolvem os postulantes ao Planalto.
“Você não pode deformar o processo democrático pela omissão de oferecer ao cidadão as informações corretas sobre cada um dos políticos que estão disputando uma eleição”, declarou Caiado, que, ao citar o ditado popular “pau que dá em Chico, dá em Francisco”, defende que não haja vazamento seletivo das investigações.
“É importante que o Supremo tenha a responsabilidade de poder quebrar o sigilo de todas essas denúncias que existem, de todas as operações que existem, para que a democracia não sofra um golpe, ou seja, amanhã o eleitor vote em alguém que, depois do dia 4 de outubro, vai ver que está lá na lista do INSS, do Dark Horse ou do Master.”
Caiado defendeu ainda o afastamento do ministro Alexandre de Moraes da Corte e afirmou que a sua eventual permanência no cargo provoca “tensão” e “desestabiliza a democracia brasileira”.
Com apenas 1% das intenções de voto na mais recente rodada da Quaest, Caiado criticou a candidatura do psiquiatra Augusto Cury (Avante), que atingiu 10% no mesmo levantamento, afirmando ser “difícil” imaginar alguém sem experiência “aprender a governar na cadeira da Presidência da República diante de um quadro tão grave” como o que o País vive.
Na área econômica, Caiado também criticou a possibilidade de fazer um ajuste fiscal “em cima” dos aposentados, a partir de medidas como a desindexação das aposentadorias do salário mínimo, defendida por economistas, e prometeu, se eleito, cortar emendas parlamentares impositivas e enxugar incentivos fiscais.
Kassab e Tarcísio
Na sabatina UOL/Folha, Caiado defendeu uma investigação sobre a suposta negociação de propina entre seu vice, Gilberto Kassab (PSD), e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Ele afirmou, no entanto, que o aliado “já negou” qualquer irregularidade.
O presidenciável defendeu que todos os sigilos do caso Master sejam quebrados. “Em primeiro lugar, tem que abrir todas as informações, e tanto ele [Kassab] quanto o Tarcísio já negaram”, disse. “Roubar com a mão direita ou roubar com a mão esquerda é ladrão, tá certo? Não tem diferença. Então esse fato aí, o pau que dá no Chico também dá no Francisco”, acrescentou.
O caso foi revelado pelo UOL. Vorcaro afirmou em sua proposta de delação premiada rejeitada que a doação de R$ 5 milhões para as campanhas de Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Jair Bolsonaro (PL) na campanha de 2022 têm origem em negociação de propina.
De acordo com o banqueiro, as doações foram “contrapartidas financeiras”. Ele afirmou na proposta que negociou a verba com Kassab para a manutenção do Credcesta no governo Tarcísio em São Paulo. Trata-se um cartão de crédito consignado para servidores públicos operado pela PKL One Participações, empresa associada ao Master e ligada a parentes de Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro no Master. (Com informações do portal UOL, Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo)
Por Redação Rádio Pampa | 4 de setembro de 2026
O candidato do PSD à Presidência da República, Ronaldo Caiado, defendeu que o Supremo Tribunal Federal (STF) quebre o sigilo de todas as investigações que envolvem o escândalo do Banco Master, a fraude do INSS e a produção do filme Dark Horse. Em entrevista ao Estadão, o ex-governador de Goiás defendeu que os eleitores tenham acesso a todas as apurações que envolvem os postulantes ao Planalto.
“Você não pode deformar o processo democrático pela omissão de oferecer ao cidadão as informações corretas sobre cada um dos políticos que estão disputando uma eleição”, declarou Caiado, que, ao citar o ditado popular “pau que dá em Chico, dá em Francisco”, defende que não haja vazamento seletivo das investigações.
“É importante que o Supremo tenha a responsabilidade de poder quebrar o sigilo de todas essas denúncias que existem, de todas as operações que existem, para que a democracia não sofra um golpe, ou seja, amanhã o eleitor vote em alguém que, depois do dia 4 de outubro, vai ver que está lá na lista do INSS, do Dark Horse ou do Master.”
Caiado defendeu ainda o afastamento do ministro Alexandre de Moraes da Corte e afirmou que a sua eventual permanência no cargo provoca “tensão” e “desestabiliza a democracia brasileira”.
Com apenas 1% das intenções de voto na mais recente rodada da Quaest, Caiado criticou a candidatura do psiquiatra Augusto Cury (Avante), que atingiu 10% no mesmo levantamento, afirmando ser “difícil” imaginar alguém sem experiência “aprender a governar na cadeira da Presidência da República diante de um quadro tão grave” como o que o País vive.
Na área econômica, Caiado também criticou a possibilidade de fazer um ajuste fiscal “em cima” dos aposentados, a partir de medidas como a desindexação das aposentadorias do salário mínimo, defendida por economistas, e prometeu, se eleito, cortar emendas parlamentares impositivas e enxugar incentivos fiscais.
Kassab e Tarcísio
Na sabatina UOL/Folha, Caiado defendeu uma investigação sobre a suposta negociação de propina entre seu vice, Gilberto Kassab (PSD), e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Ele afirmou, no entanto, que o aliado “já negou” qualquer irregularidade.
O presidenciável defendeu que todos os sigilos do caso Master sejam quebrados. “Em primeiro lugar, tem que abrir todas as informações, e tanto ele [Kassab] quanto o Tarcísio já negaram”, disse. “Roubar com a mão direita ou roubar com a mão esquerda é ladrão, tá certo? Não tem diferença. Então esse fato aí, o pau que dá no Chico também dá no Francisco”, acrescentou.
O caso foi revelado pelo UOL. Vorcaro afirmou em sua proposta de delação premiada rejeitada que a doação de R$ 5 milhões para as campanhas de Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Jair Bolsonaro (PL) na campanha de 2022 têm origem em negociação de propina.
De acordo com o banqueiro, as doações foram “contrapartidas financeiras”. Ele afirmou na proposta que negociou a verba com Kassab para a manutenção do Credcesta no governo Tarcísio em São Paulo. Trata-se um cartão de crédito consignado para servidores públicos operado pela PKL One Participações, empresa associada ao Master e ligada a parentes de Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro no Master. (Com informações do portal UOL, Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo)