Sábado, 21 de Maio de 2022

Home Viagem e Turismo Quer casar na Itália? Região onde fica Roma promete dar até dois mil euros aos noivos

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Uma festa de casamento dos sonhos não costuma ser barata, ainda mais quando organizada em outro país. Mas, para voltar a movimentar essa lucrativa indústria, a região do Lácio, onde fica Roma, na Itália, promete um presentão aos noivos: um crédito de dois mil euros para serem gastos na cerimônia.

As autoridades regionais criaram o fundo “Nel Lazio con amore”, no valor de 10 milhões de euros, que poderá ser usado na contratação de serviços fortemente afetados pelos últimos dois anos de crise. O valor máximo por casal é de dois mil euros, que serão dados em forma de reembolso por gastos com até cinco serviços relacionados à cerimônia, desde que contratados junto a estabelecimentos e profissionais da região.

Os noivos podem, por exemplo, receber de volta o valor pago em aluguel de salões de festas e carros; contratatação de serviços como alimentação, animação, decoração, planejamento, fotografia, vídeo e maquiagem; compra de ternos, vestidos, acessórios e até mesmo alianças; e reservas de hotéis e passeios para a lua de mel.

Poderão concorrer a essa ajuda os casais (italianos ou estrangeiros) que se casaram no Lácio entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2022. As regras e os caminhos para a inscrição estão no site regione.lazio.it/nellazioconamore.

Antes da pandemia, o Lácio contava com a indústria das cerimônias de casamento para ajudar a movimentar sua economia, já que cada evento desses conta com a participação de dezenas, quando não centenas, de convidados, muitos deles vindos de outras regiões, que se hospedam, comem e compram em estabelecimentos da região.

Mas com as restrições de circulação e as ondas de mortes por Covid-19 que afetaram fortemente a Itália em 2020 e 2021, o número de festas caiu drasticamente, de uma média anual de 15 mil para nove mil.

Vale ressaltar que a Itália, um dos destinos de viagens preferidos dos brasileiros, reabriu suas portas para turistas internacionais, de países de fora da União Europeia, na última terça-feira, 1º de março. A condição para a entrada sem quarentena é que o visitante esteja com a vacinação completa contra a Covid-19 com os imunizantes aprovados pela Agência Europeia de Medicamentos (Pfizer, Astrazeneca, Janssen e Moderna). Quem tomou as duas doses de Coronavac e mais a de reforço da Pfizer também é considerado imunizado.

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