Sexta-feira, 14 de Junho de 2024

Home em foco Rússia lista Grécia, Dinamarca, Eslovênia, Croácia e Eslováquia como países “não-amigáveis”

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O governo russo expandiu sua lista de “estados estrangeiros não amigáveis”, acrescentando Grécia, Dinamarca, Eslovênia, Croácia e Eslováquia, em um decreto assinado pelo primeiro-ministro Mikhail Mishustin e publicado no site oficial do governo.

As autoridades russas consideram “estados não amigáveis” aqueles que “cometeram ações não amigáveis” contra a Rússia, A lista já incluia estados como a República Tcheca e os Estados Unidos.

De acordo com o decreto sobre estados não amigáveis assinado pelo presidente Vladimir Putin no mês de abril, esses países passam a ser limitados em sua capacidade de contratar trabalhadores no território russo para embaixadas, consulados e escritórios representativos de corpos de estado.

A Grécia tem um limite de contratação de 34 pessoas, a Dinamarca de 20 e a Eslováquia de 16, acrescentou o decreto. Eslovênia e Croácia não poderão contratar funcionários para suas missões diplomáticas e escritórios consulares, o mesmo caso dos Estados Unidos.

A Eslovénia e a Croácia ficam impedidas de contratar pessoal na Rússia para as missões diplomáticas e consulares.

Moscou recordou que em maio as mesmas restrições foram impostas às embaixadas dos Estados Unidos e da República Checa.

Lista anterior

A adoção deste tipo de limitações, que incluem a proibição total sobre a contratação local de pessoas que se encontram na Rússia, está contemplada num decreto de medidas de resposta aos “países hostis” assinado em dia 23 de abril pelo Presidente russo, Vladimir Putin.

Em março, dias após o início da chamada “operação militar especial” russa na Ucrânia, Putin ordenou ao Governo a elaboração de uma lista de países que cometiam “ações hostis” contra a Rússia.

Poucos dias depois, a Rússia aprovava essa lista, que integrava todos os Estados da União Europeia, EUA, Reino Unido, Japão e mais cerca de 20 países. As nações mencionadas tinham imposto ou se juntado às sanções contra a Federação da Rússia após o início da operação militar especial russa na Ucrânia.

O Brasil não fez parte da lista, pois não aderiu às sanções, mas, em votações no Conselho de Segurança do ONU e na Assembleia-Geral da ONU, se posicionou contra a invasão.

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