Terça-feira, 28 de Maio de 2024

Home em foco Tiroteio deixa cinco mortos nos Estados Unidos; o atirador foi preso

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Cinco pessoas foram assassinadas por um atirador que abriu fogo em uma pista de caminhada de Raleigh, capital da Carolina do Norte, nos Estados Unidos. O suspeito, um adolescente de 15 anos, foi encurralado em uma casa horas após o crime e foi preso.

O tiroteio aconteceu por volta de 17h no horário local em uma área residencial da cidade. As autoridades fecharam ruas e alertaram moradores da região para que não deixassem suas casas enquanto a polícia tentava encontrar o criminoso.

Ao menos mais duas pessoas, incluindo um outro policial, foram levados para o hospital.

“Esta noite, o terror chegou à nossa casa. O pesadelo de toda comunidade chegou a Raleigh. Este é um ato sem sentido, horrível e revoltante”, disse o governador Roy Cooper.

A prefeita Mary-Ann Baldwin também lamentou o ocorrido. “Nós precisamos parar com essa violência estúpida nos EUA, nós precisamos falar sobre a violência com armas de fogo”, disse ela.

Este foi o 25º tiroteio nos EUA em 2022 com quatro mortos ou mais, segundo um levantamento feito em colaboração da Associated Press, USA TODAY e Northeastern University.

Controle 

Em junho deste ano, o Senado americano aprovou um projeto de lei bipartidário para abordar a violência armada, o primeiro referente à segurança de armas em décadas.

A votação final foi de 65 a 33, com 15 republicanos se juntando aos democratas em apoio à medida, marcando um avanço significativo em uma das questões políticas mais controversas do país.

O acordo bipartidário de armas inclui milhões de dólares para saúde mental, segurança escolar, programas de intervenção em crises e incentivos para que os estados incluam registros juvenis no Sistema Nacional de Verificação de Antecedentes Criminais.

Também contém mudanças significativas no processo quando alguém de 18 a 21 anos vai comprar uma arma de fogo e fecha algumas brechas importantes, uma vitória dos democratas, que há muito lutam por isso.

O pacote representa a mudança na legislação federal mais significativa para lidar com a violência armada desde a proibição de armas de assalto de 1994, que expirou dez anos depois – embora não proíba nenhuma arma e fique muito aquém do que democratas e pesquisas mostram que a maioria dos americanos deseja.

A votação do projeto ocorreu no mesmo dia em que a Suprema Corte derrubou uma lei de Nova York promulgada há mais de um século que impõe restrições ao porte de uma arma escondida fora de casa.

A decisão destaca as forças políticas conflitantes que cercam a questão em todos os níveis de governo, à medida que o poder judiciário implementa a maior expansão dos direitos de armas em uma década, exatamente quando o poder legislativo parece estar a caminho de aprovar seu pacote de segurança de armas mais significativo em quase 30 anos.

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