Segunda-feira, 17 de Agosto de 2026
Por Redação Rádio Pampa | 17 de agosto de 2026
O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Kassio Nunes Marques, afirmou nesta segunda-feira (17) que representantes de grandes plataformas de tecnologia, incluindo empresas que controlam redes sociais, participarão de uma “sala de situação” durante o primeiro e o segundo turno das eleições de 2026.
De acordo com o ministro, o objetivo será impedir a disseminação de publicações que possam “interferir na vontade do eleitor”. A declaração foi dada durante uma reunião do TSE com embaixadores e diplomatas de diversos países para apresentar o funcionamento das urnas eletrônicas brasileiras e tratar de desinformação no período eleitoral.
Ao todo, participam do encontro representantes de 92 embaixadas, sendo 57 os próprios embaixadores. Ao abordar os desafios da desinformação no discurso de abertura, Nunes Marques falou aos convidados sobre reuniões que teve com as big techs para discutir formas de colaboração durante as eleições.
No encontro, ficou combinado que cada plataforma apresentaria um plano de conformidade para as eleições. O prazo para a entrega dos documentos encerrou-se neste domingo (16).
Eles detalham como as empresas pretendem atuar durante o período eleitoral para prevenir e combater irregularidades, incluindo a disseminação de desinformação, propaganda eleitoral irregular, violência política de gênero e comportamentos inautênticos coordenados.
Entre outros pontos, as plataformas definiram a estrutura destinada ao recebimento e ao cumprimento de decisões da Justiça Eleitoral, os mecanismos utilizados para monitorar conteúdos e a metodologia de coleta e fornecimento de dados ao tribunal.
Plataformas que oferecem sistemas de IA generativa (modelos de linguagem, chatbots e assistentes automatizados) precisaram detalhar as proteções adotadas para impedir o uso irregular dessas ferramentas durante a campanha.
Por Redação Rádio Pampa | 17 de agosto de 2026
O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Kassio Nunes Marques, afirmou nesta segunda-feira (17) que representantes de grandes plataformas de tecnologia, incluindo empresas que controlam redes sociais, participarão de uma “sala de situação” durante o primeiro e o segundo turno das eleições de 2026.
De acordo com o ministro, o objetivo será impedir a disseminação de publicações que possam “interferir na vontade do eleitor”. A declaração foi dada durante uma reunião do TSE com embaixadores e diplomatas de diversos países para apresentar o funcionamento das urnas eletrônicas brasileiras e tratar de desinformação no período eleitoral.
Ao todo, participam do encontro representantes de 92 embaixadas, sendo 57 os próprios embaixadores. Ao abordar os desafios da desinformação no discurso de abertura, Nunes Marques falou aos convidados sobre reuniões que teve com as big techs para discutir formas de colaboração durante as eleições.
No encontro, ficou combinado que cada plataforma apresentaria um plano de conformidade para as eleições. O prazo para a entrega dos documentos encerrou-se neste domingo (16).
Eles detalham como as empresas pretendem atuar durante o período eleitoral para prevenir e combater irregularidades, incluindo a disseminação de desinformação, propaganda eleitoral irregular, violência política de gênero e comportamentos inautênticos coordenados.
Entre outros pontos, as plataformas definiram a estrutura destinada ao recebimento e ao cumprimento de decisões da Justiça Eleitoral, os mecanismos utilizados para monitorar conteúdos e a metodologia de coleta e fornecimento de dados ao tribunal.
Plataformas que oferecem sistemas de IA generativa (modelos de linguagem, chatbots e assistentes automatizados) precisaram detalhar as proteções adotadas para impedir o uso irregular dessas ferramentas durante a campanha.