Terça-feira, 09 de Agosto de 2022

Home Colunistas A economia brasileira sobreviveu, apesar da gestão da pandemia por governadores e prefeitos

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O saldo positivo da economia brasileira, mesmo levando-se em conta os malefícios causados pela desastrada gestão da pandemia por governadores e prefeitos, como determinado pelo STF, deixou claro que, não fosse a posição firme do Governo Federal contra o lockdown e questionando o “fique em casa, que a economia a gente vê depois”, os resultados seriam piores, tal como ocorre inclusive em países vizinhos, nos Estados Unidos e na Europa. O presidente Jair Bolsonaro compara que “a (jornalismo da) Globo atribui a inflação nos EUA à pandemia (só na gasolina: 49%). Já no Brasil ela culpa diariamente o Presidente”. Ele repete que, “mesmo com as medidas de lockdown determinadas pelos governadores, obrigando a todos ficarem em casa, o Brasil terminou 2021 com um saldo de 3 milhões de novos empregos criados com carteira assinada.”

Buscando as causas da estiagem no RS

Há poucos dias, o presidente do Sistema Farsul, Gedeão Pereira, falou a jornalistas sobre a preocupação com a seca nas lavouras do Rio Grande do Sul. Gedeão destacou que o problema é recorrente no estado.

“Há anos que viemos trabalhando a respeito do tema irrigação e lastimavelmente nós não conseguimos evoluir por questões com o Ministério Público Estadual que impetrou uma ação e levou uma liminar que nos impede de fazer reserva de água tanto na metade sul, quanto na metade norte. Embora tenhamos um diálogo hoje mais promissor com o próprio MPE, também temos uma conversa muito íntima com Fepam, Sema e Casa Civil no sentido de tentarmos evoluir, mas o fato é que até agora nós não conseguimos”.

Fantasmas da corrupção de Alckmin reaparecem

Bastou o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin aliar-se a Lula, o maior ladrão da história política do Brasil, para que começassem a ressuscitar fantasmas da vida pública do ex-tucano que o tornam muito parecido ao seu novo amigo de infância.

* O caso dos desvios da merenda escolar, onde foi indiciado o aliado de confiança de Alckmin, Cássio Izique Chebabi, ex-presidente da cooperativa Coaf, acusado de burlar editais de fornecimento.

* Metrô 1 – O Ministério Público de São Paulo denunciou o ex-diretor do Metrô Sérgio Brasil, aliado de Alkckmin, por corrupção e lavagem de dinheiro. Delações de dois executivos da Camargo Corrêa apontam que ele recebeu R$ 2,5 milhões em propina para fraudar a licitação das obras da Linha 5-Lilás do Metrô, em 2010, no governo de Geraldo Alckmin.

* Metrô 2 – Em novembro de 2004, começaram as obras da Linha 4 – Amarela do Metrô, com previsão de inauguração em 2008 e grande protagonismo de Geraldo Alckmin. Em janeiro de 2007, porém, ocorreu um desmoronamento vitimando sete pessoas e abalando a estrutura de vários imóveis na região. Dados do Sindicato dos Metroviários, à época, apontavam a existência de 11 acidentes por execução inadequada do projeto, culpando o Consórcio Via Amarela pelo acidente. O processo foi lentamente arrastado pela Justiça paulista e até hoje ninguém foi punido.

* Rodoanel – Em junho de 2018, a Polícia Federal (PF) deflagrou uma operação para prender 15 pessoas suspeitas de desviar dinheiro das obras do trecho Norte do Rodoanel Mário Covas, uma das grandes obras alardeadas pelo governador Geraldo Alckmin. De acordo com investigações do Ministério Público Federal, houve um sobrepreço de R$ 600 milhões nos custos da obra conduzida pela OAS e Mendes Junior. Relatório de 113 páginas, da Delegacia de Repressão à Corrupção e Crimes Financeiros da PF em São Paulo, aponta suposto envolvimento do ex-secretário de Logística e Transportes do governo Alckmin em desvios e sobrepreços de até R$ 131 milhões no empreendimento.

* Aeroporto Fantasma – Em 2005, o governo Alckmin investiu pesado em obras no aeroporto Antônio Nogueira Junior, em Itanhaém, com 85 mil habitantes à época. Batizado de “aeroporto fantasma”, o movimento médio de passageiros naquele ano não ultrapassou 5 pessoas por dia. O total gasto pelo governador na obra chegou a R$ 5,5 milhões, com direito a uma pista capaz de receber até mesmo um Boeing 737.

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