Segunda-feira, 12 de Outubro de 2026
Por Redação Rádio Pampa | 12 de outubro de 2026
A Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) informou ao presidente da Corte, Kassio Nunes Marques, não ter identificado, no canal “Exército do Lula”, o compartilhamento de informações que foram classificadas pela campanha do senador Flávio Bolsonaro como fake news.
A área técnica do tribunal analisou postagens compartilhadas desde o dia 2 de outubro no canal criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) para verificar se elas trariam “afirmações” de que Flávio Bolsonaro “pretenderia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil, estaria envolvido com milícia, reduziria aposentadorias e o Benefício de Prestação Continuada ou teria mandado cancelar o reajuste do Bolsa Família”.
A conclusão foi que não houve publicações desse teor identificadas. “Quanto à circulação de conteúdos idênticos ou substancialmente equivalentes, não foram localizadas, entre as publicações do canal no período de 2 a 11 de outubro de 2026, reproduções das afirmações examinadas nos autos. A verificação abrangeu os textos das mensagens, as pré-visualizações de links, inclusive as miniaturas e os títulos dos vídeos vinculados, assim como os áudios transcritos”, registra o parecer do órgão.
Por Redação Rádio Pampa | 12 de outubro de 2026
A Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) informou ao presidente da Corte, Kassio Nunes Marques, não ter identificado, no canal “Exército do Lula”, o compartilhamento de informações que foram classificadas pela campanha do senador Flávio Bolsonaro como fake news.
A área técnica do tribunal analisou postagens compartilhadas desde o dia 2 de outubro no canal criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) para verificar se elas trariam “afirmações” de que Flávio Bolsonaro “pretenderia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil, estaria envolvido com milícia, reduziria aposentadorias e o Benefício de Prestação Continuada ou teria mandado cancelar o reajuste do Bolsa Família”.
A conclusão foi que não houve publicações desse teor identificadas. “Quanto à circulação de conteúdos idênticos ou substancialmente equivalentes, não foram localizadas, entre as publicações do canal no período de 2 a 11 de outubro de 2026, reproduções das afirmações examinadas nos autos. A verificação abrangeu os textos das mensagens, as pré-visualizações de links, inclusive as miniaturas e os títulos dos vídeos vinculados, assim como os áudios transcritos”, registra o parecer do órgão.