Domingo, 14 de Agosto de 2022

Home Viagem e Turismo As melhores cidades para se viver no pós-pandemia; confira a lista

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Está à procura de uma mudança de cenário, mas o coração ainda balança pelo burburinho da vida urbana? Tem alguma ideia de que lugar no mundo gostaria de chamar de lar? Se a mais recente classificação das melhores cidades para se viver serve de guia, provavelmente deve começar a buscar na Europa Ocidental ou no Canadá.

Com a Covid virando apenas uma lembrança em alguns lugares do mundo, o índice de habitabilidade global de 2022, medido pela Economist Intelligence Unit (EIU), está muito parecido com os dias pré-pandemia.

A capital austríaca Viena recuperou o primeiro lugar no ranking, posto que ocupava há três anos antes de cair para 12º lugar em 2021 devido ao fechamento de museus e restaurantes afetados pela Covid. A cidade superou Copenhague graças a uma classificação maior na área de saúde. Zurique, na Suíça, Calgary e Vancouver, no Canadá, completam o top 5.

As únicas cidades não europeias ou canadenses listada entre as dez primeiras do ranking foram Osaka, no Japão, e Melbourne, na Austrália, que empataram no 10º lugar.

Nos últimos lugares da lista de 173 países estão Trípoli, na Líbia, a cidade nigeriana de Lagos e Damasco, na Síria.

“Nos últimos dois anos, os rankings globais de habitabilidade da EIU foram em grande parte impulsionados pela pandemia de Covid-19, com bloqueios e medidas de distanciamento social afetando as pontuações para cultura, educação e saúde em cidades de todo o mundo”, diz o relatório. “No entanto, em nossa pesquisa mais recente, o índice normalizou, uma vez que as restrições foram levantadas em muitos países.”

Outras cidades australianas e da Nova Zelândia não foram bem, segundo o estudo. Ambos os países se beneficiaram com o fechamento das fronteiras no início de 2021, o que manteve o número de casos de Covid em baixa. Mas foram atingidos em cheio pelas variantes mais infecciosas, o que interrompeu a vida normal.

Wellington e Auckland passaram do 46º e 33º lugares, respectivamente, para as maiores quedas da lista.

Entre as que mais se moveram na direção oposta estão Londres, que avançou 27 lugares para ocupar o 33º posto, e Los Angeles, que subiu 18 lugares, passando a figurar na 37ª posição.

O informe ressaltou que a China ainda não havia se beneficiado da suspensão das restrições causada pela Covid uma vez que novos surtos resultaram em fechamentos mais estritos. A invasão da Ucrânia pela Rússia culminou na exclusão de Kiev da lista.

Confira o top 10 das melhores cidades:  Vienna, na Áustria; Copenhague, na Dinamarca; Zurique, na Suíça; Calgary, no Canada; Vancouver, no Canadá; Genebra, na Suíça; Frankfurt, na Alemanha; Toronto, no Canadá; Amsterdã, na Holanda; Osaka, no Japão; Melbourne, na Austrália (empatada com Osaka).

Confira as dez piores cidades: Teerã, no Irã; Duala, em Camarões; Harare, no Zimbábue; Dakar, em Bangladesh; Port Moresby, em Papua Nova Guiné; Karachi, no Paquistão; Argel, na Argélia; Tripoli, na Líbia; Lagos, na Nigéria; Damasco, na Síria.

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