Terça-feira, 16 de Abril de 2024

Home Política Candidatos eleitos no Rio Grande do Sul em 2022 são diplomados pelo Tribunal Regional Eleitoral

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O governador eleito Eduardo Leite (PSDB), o seu vice, Gabriel Souza (MDB), o senador Hamilton Mourão (Republicanos), e os 31 deputados federais e os 55 estaduais receberam o documento pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RS), que confirma a vitória nas urnas. A cerimônia de diplomação ocorreu, nesta segunda-feira (19), no auditório do Ministério Público, em Porto Alegre.

Com o ato, a Justiça Eleitoral atesta efetivamente quem são os eleitos e seus suplentes, ficando oficialmente habilitados a exercerem os mandatos que iniciam com a posse em 1º de janeiro de 2023.

O presidente do TRE-RS, desembargador Francisco José Moesch, enalteceu a importância da diplomação como sendo o ápice do processo eleitoral, do reconhecimento da vontade do eleitor expressa nas urnas. “A diplomação é o ato público pelo qual a Justiça Eleitoral atesta quem são os eleitos que se habilitam a exercer o mandato político que postularam a partir do registro de suas candidaturas.”

Moesch ratificou que a “Justiça Eleitoral gaúcha, representada por seus magistrados e servidores se preparou para garantir, com segurança, a transparência e lisura das eleições e a legitimação dos vencedores por meio da presente diplomação, como o faz há 90 anos, desde sua criação. Sendo assim, registrou que, mais uma vez, ficou constatada a ausência de qualquer fraude no sistema eletrônico de votação. Verdadeiro motivo de orgulho do patrimônio nacional”.

O governador eleito reconheceu estar passando por uma condição muito peculiar, pois é primeira vez que um político recebe um diploma pela segunda vez, para exercer a função de governador do Estado. “Agora, temos que avançar nas estradas, na redução da burocracia, na revisão da carga tributária, mas no final do dia, o que realmente importa para que o Estado seja capaz de se desenvolver é a qualidade do capital, que é a educação que proporciona”, disse Leite.

“Reconheço que não é fácil fazer democracia em um País com imensos abismos sociais como o nosso. As desigualdades geram demandas de uma parcela significativa da população por respostas imediatas e este contingente tem o direito de exigir respostas imediatas”, afirmou.

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