Quarta-feira, 18 de Maio de 2022

Home Rio Grande do Sul Governo do Rio Grande do Sul anuncia pacote de R$ 193 milhões em investimentos na sustentabilidade

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O Governo do Rio Grande do Sul anunciou, nesta quarta-feira (26), o investimento de R$ 193,2 milhões no âmbito da sustentabilidade por meio do programa Avançar. Segundo o Palácio Piratini, o montante é maior do que a soma dos investimentos feitos no setor ao longo dos últimos 20 anos.

A maior parte do valor será investido na redução do impacto da ação do homem no clima: R$ 115,3 milhões. Um exemplo disso é o fomento à criação de biodigestores, para a transformação de resíduos em subprodutos. Os R$ 50 milhões disponibilizados pelo Estado vão integrar uma linha de crédito – que, ao todo, pode movimentar até R$ 250 milhões.

O programa prevê, ainda R$ 25 milhões para a criação de 10 estações de monitoramento nos próximos cinco anos, além de R$ 20 milhões para iniciativas de balanço dos gases de efeito estufa nos próximos três. Também foram contempladas ações visando a qualidade do ar, o inventário de emissões e plano de transição energética e o pagamento por serviços.

“O Estado retomou a sua capacidade de investimento e agora aposta as suas fichas na contribuição e colaboração para essa pauta urgente, que é a sustentabilidade e o compromisso com o clima. Respeitar o meio ambiente e diminuir os efeitos da ação humana no planeta são ações estratégicas e uma responsabilidade de todos”, afirmou o governador Eduardo Leite.

O Avançar na Sustentabilidade está dividido em quatro eixos: clima, energia, água e parques. Todas as ações estão alinhadas aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, da Organização das Nações Unidas, e vão ao encontro das metas assumidas pelo governo do Estado na COP26 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudança no Clima) para neutralizar as emissões de carbono no Estado em 50% até 2030.

O governador também adiantou as próximas ações a serem incluídas no plano de investimentos da sustentabilidade, focadas em mobilidade urbana sustentável. Elas serão baseadas em uma política para redução das emissões de gases do efeito estufa e poluentes no transporte coletivo urbano de passageiros, por meio de subsídio, otimizando a aquisição de veículos com baixa ou nula pegada de carbono (metodologia que mede emissões de gases estufa).

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