Domingo, 22 de Maio de 2022

Home Variedades Justiça solta suspeitos de apresentarem testes falsos de covid para entrar em show de Gusttavo Lima

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Três pessoas, que foram presas no domingo (16), suspeitas de apresentarem testes de Covid-19 falsos para entrar em show do cantor Gusttavo Lima em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, foram soltas na noite de segunda-feira (17), segundo a Polícia Civil.

Conforme a polícia, eles passaram por audiência de custódia e pagaram fiança de um salário mínimo, por pessoa, para serem liberados. Este valor foi estabelecido pela Justiça.

Ao menos 13 pessoas foram conduzidas a Delegacia de Polícia Civil na noite de domingo por suspeita de apresentarem testes para Covid-19 adulterados ou falsificados. Eles foram encaminhadas pelas equipes da Guarda Municipal à Delegacia da Polícia Civil. De acordo com a polícia, 10 eram menores de idade e foram liberados.

A apresentação do teste RT-PCR ou teste de antígeno negativo para a Covid, realizados até 48h antes do evento, passou a ser obrigatória em eventos com mais de 500 pessoas após decreto publicado pelo município de Foz do Iguaçu.

A medida passou a valer também no domingo após mais de 4,1 mil novos casos de Covid- 19 serem registrados na cidade em 2022.

Venda de testes falso pelas internet

A Polícia Civil também investiga a venda de testes falsos para o show em uma rede social. Uma servidora da saúde de Foz do Iguaçu denunciou a situação à polícia após ver uma postagem na internet e conversar com um estelionatário.

Ela conta que viu em uma rede social um homem anunciando que as pessoas que precisavam de teste de Covid para entrar no show do cantor Gusttavo Lima, poderiam chamar ele para uma conversa privada na rede.

A mulher então trocou mensagem com o estelionatário, segundo ela, para entender de que forma a falsificação era feita.

A servidora explicou que continuou trocando mensagens com o homem após perceber que o modelo usado para a fraude era assinado por um colega.

“Tinha nome de enfermeiro no laudo, de enfermeiro que não estava nem de plantão. Expondo o nome de um profissional que nem estava ali”, comenta a mulher.

De acordo com a polícia, a quadrilha adulterou exames fornecidos pela Unidade de Pronto-Atendimento Walter Barbosa. Até o momento, a polícia não identificou o homem que vendia os testes pela internet.

Investigação

A polícia investiga agora para saber se as pessoas que apresentaram teste falso da Covid compraram o material do homem ou se adulteraram o material de outra forma.

Conforme a polícia, o crime de uso de documento falso não tem fiança. A pena varia um a cinco anos de prisão.

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