Terça-feira, 24 de Maio de 2022

Home Cláudio Humberto Nos EUA, Guedes anima investidores estrangeiros

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A visita a Nova York e Miami do ministro da Economia, Paulo Guedes, animou investidores e autoridades internacionais interessadas no Brasil. Ele fez palestras para investidores, executivos e funcionários de grandes empresas (brasileiras e estrangeiras), think-tanks etc. “A mensagem foi muito bem recebida”, avaliou para a coluna um empresário brasileiro que assistiu a palestra do ministro. “No mundo empresarial, entre investidores, a leitura [sobre o Brasil], é diferente do noticiário”, destacou.

Impressionou
O ministro abriu palestra com o aviso: “vocês estão muito mal-informados sobre o Brasil”. Apresentou resultados de privatizações e investimentos.

Trabalho
Guedes tratou dos planos de privatização e modernização da economia, com destaque para leilões já realizados, como aeroportos e portos.

Comparação ressonou
Impressionou a plateia os valores de investimentos que o governo brasileiro atraiu: “são dois Planos Marshall”, comparou Guedes.

Menos é mais
A redução do IPI em 25%, determinada pelo governo, foi medida muito elogiada durante a visita de Paulo Guedes aos EUA.

Ex-ministro de Lula defende equidistância do Brasil
O experimentado ex-presidente da Câmara e ex-ministro Aldo Rebelo acha correta a equidistância do Brasil na guerra na Ucrânia. Sustenta que “não podemos internalizar conflito dos outros” e elogia a atitude da diplomacia brasileira de priorizar interesses do País, lembrando que a Rússia é maior fornecedor de fertilizantes do agronegócio. Ex-PCdoB e ministro da Defesa do governo Lula, Rebelo realça que o Brasil “sempre foi parte da solução, não do problema”, na defesa de solução negociada.

Memória seletiva
“As pessoas no Brasil têm memória curta e seletiva”, disse ele à Rádio Bandeirantes, sobre críticas a Jair Bolsonaro por visitar a Rússia.

Todos foram lá
O ex-ministro também recordou que todos os ex-presidentes brasileiros, de FHC a Michel Temer, realizaram visitas oficiais à Rússia.

Como na Crimeia
Aldo Rebelo testemunhou também que na invasão da Crimeia o Brasil se comportou da mesma maneia, durante o governo Dilma Rousseff (PT).

Absurdo, vergonhoso
Carlos Sampaio (PSDB-SP) lamentou a decisão do STF de manter o fundão eleitoral de R$4,9 bilhões e disse que não vai usar o dinheiro. “O aumento do Fundo Eleitoral é injustificável, absurdo e vergonhoso!”

Dica de especialista
Para o mestre em ciências políticas Paulo Kramer, políticos devem “pensar em quem vai votar neles no futuro”. “Mensagem bem embalada (nas redes sociais) acaba por envolver os jovens”.

Deputada sob vigilância
O grande pesadelo na direção nacional do Rede, partido sem votos, é perder sua única representante e “líder” na Câmara, deputada Joenia Carvalho (RR), durante a janela do troca-troca em vigor até 1º de abril.

Guerra de brancos
O estardalhaço sobre a Ucrânia, um conflito de brancos, faz lembrar a frase histórica de José Sarney, já ex-presidente, durante debate sobre os conflitos sangrentos na África. Afirmou que o mundo ignorava a guerra de 25 anos em Angola, por exemplo, por ser uma “guerra de negros”.

Língua regulada
A deputada Bia Kicis (DF), do União Brasil (DEM+PSL), apresentou projeto de lei para transformar a falsa acusação de nazismo em crime com pena de até cinco anos de reclusão.

Outros interesses
A mudança de tom da China, que se absteve na votação da Assembleia-Geral da ONU contra a guerra e ontem chamou a invasão russa da Ucrânia de “deplorável”, pode sinalizar mudança nas relações bilaterais.

Ritmo acelerado
Mesmo na semana do Carnaval, o Brasil conseguiu manter uma média de mais de 800 mil vacinas contra a covid aplicadas por dia. Mais de 155 milhões estão totalmente vacinados com duas doses ou a dose única.

Preocupação mudou
Para 41% dos brasileiros, o desemprego é maior problema do País, 40% apontam o custo de vida e inflação, e 30% a corrupção, diz pesquisa CNI/Instituto FSB com 2 mil pessoas. A saúde ficou em 8º lugar.

Pergunta no holofote
A pandemia poderia virar endemia sem a guerra na Ucrânia?

PODER SEM PUDOR
Rádios mentirosos
No Vale do Apodi (RN), Lucas Pinto chefiava a campanha de Eduardo Gomes (UDN) à presidência da República. Mas o brigadeiro perdeu e Pedro Fernandes, líder udenista em Mossoró e exportador do algodão que Pinto produzia. Fernandes chamou o parceiro para uma conversa: “O que houve no Apodi? O brigadeiro não podia perder lá. Não gostei. Agora não sei como ficam os nossos negócios.” Lucas Pinto culpou a última palavra da tecnologia, na época, os pequenos rádios a pilha: “Depois que inventaram esses radiozinhos pequenos, que mentem mais do que os grandes, o povo perdeu a cabeça…”

Com André Brito e Tiago Vasconcelos

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