Quarta-feira, 29 de Julho de 2026

Home Política O novo projeto político da mãe de Flávio Bolsonaro no Rio de Janeiro

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Rogéria Bolsonaro (PL) desistiu de ocupar a suplência na chapa encabeçada por Márcio Canella (União) ao Senado pelo Rio e será candidata à Câmara dos Deputados. A decisão foi comunicada pela mãe de Flávio e Carlos Bolsonaro (ambos do PL) ao diretório fluminense do partido.

A guinada foi motivada pela incerteza sobre o fato de PL e a federação União-PP caminharem juntos nas eleições deste ano no Rio de Janeiro.

Com as relações entre os três partidos abaladas no cenário nacional, a parceria em território fluminense também se tornou incerta. Também pesou o fato de Canella ter sido preso, no último mês, em uma operação da PF que mirava desvios em postos de combustíveis do Rio.

Com isto, o União passou a trabalhar com a possibilidade de uma chapa puro-sangue encabeçada ao Senado.

A mãe de Carlos e Flávio Bolsonaro aposta na campanha do filho primogênito à Presidência como motor propulsor da sua empreitada eleitoral.

Caiado diz que Flávio Bolsonaro e Lula tentam ‘desviar o foco’ com disputas internacionais

O candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) afirmou nesta terça-feira (28) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tentam “desviar a atenção” do eleitor ao priorizar disputas internacionais em vez de discutir os problemas do Brasil.

Para Caiado, os dois adversários que lideram as pesquisas de intenção de voto evitam apresentar propostas para temas considerados centrais para o país, recorrendo a embates externos para influenciar o debate eleitoral.

“Com o risco da nossa candidatura, trouxeram um clima de enfrentamento internacional. Aí xingam a ditadura do Trump, fazem uma falsa defesa da soberania, que o Lula já entregou ao narcotráfico há muito tempo. O outro vai lá e chama o Milei para fazer grosseria aqui dentro. De repente, pega a carta do pai para ler. Para ser candidato à Presidência da República não precisa de muleta. Tem que ser ele, assumir a função”, disse.

Caiado afirmou ainda que temas ligados à política externa não deveriam ocupar o centro da campanha eleitoral. “Não pode trazer essas situações internacionais para criar um falso positivo e tentar desviar a atenção do povo brasileiro. Os mais rejeitados são eles. Eleição de rejeitados não é possível”, declarou. Com informações dos portais G1 e R7.

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