Terça-feira, 25 de Junho de 2024

Home Cláudio Humberto Senadores exigem explicações de ministros do STF

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“A gente mantém a trajetória de consolidação fiscal”. – Secretário especial do Tesouro e Orçamento, Esteves Colnago, ao apresentar a proposta do Orçamento 2023.

Um novo “bolo” do ministro do STF e presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Alexandre de Moraes, que ignorou convite para ir ao Senado, foi considerado mais uma atitude desrespeitosa da Corte ao Legislativo, em razão dos senadores críticos do comportamento de ministros. O senador Eduardo Girão (Podemos-CE) afirma que o sistema jurídico está “de cabeça para baixo” e ministros criadores da “insegurança jurídica” sequer se dignam a explicar “abusos” como a ação contra empresários.

Exploração eleitoral

Para Girão, é evidente o viés político da ação, oriunda de um inquérito considerado “polêmico”, “ilegal” e “inconstitucional” por muitos juristas.

Sem noção

A insegurança jurídica gerada pelas decisões, diz o senador, prejudica cidadãos por uma razão simples. “Ninguém sabe a regra do jogo, né?”.

Remédio adequado

Os convites aprovados não se comparam às dezenas de pedidos de impeachment na gaveta do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.

Fila é grande

Sem dar satisfação, Moraes havia ignorado convite anterior do Senado, assim como os ministros Edson Fachin e Luís Roberto Barroso.

Bolsonaro tem 50,9% e Ratinho 59,9% no Paraná

Levantamento do instituto IRG Pesquisa aponta que o presidente Jair Bolsonaro (PL) lidera as intenções de voto para presidente no Estado do Paraná, com 50,9% contra 30,5% do candidato Lula (PT). Na mesma pesquisa, para o cargo de governador, Ratinho Jr (PSD), candidato à reeleição, tem 59,9% da preferência dos eleitores, quase o triplo do candidato petista, o ex-governador Roberto Requião, que soma 20,5%.

Diferença pequena

Desde a última pesquisa IRG, entre 8 e 12 de agosto, Bolsonaro ganhou 1,4 ponto e Lula, 0,2 ponto entre os eleitores paranaenses.

Outro pelotão

Ciro Gomes (PDT) teria 5,7% dos votos no Paraná, Simone Tebet (MDB) 3,5% e Felipe D’Ávila (Novo) 1,7%. Os demais não atingiram 1%.

Registro

A pesquisa, contratada pela ADI-PR, ouviu 1.500 eleitores paranaenses entre os dias 26 e 30 e foi registrada no TSE: PR-01686 e BR-003151.

Liminar na gaveta

O desembargador Márcio Aguiar, do TJ de Pernambuco, deu liminar não usual que afeta o espólio de João Santos, pioneiro do cimento. Pior: há mais de seis meses sua decisão isolada não é submetida ao colegiado. O assunto deve ganhar novos capítulos no Conselho Nacional de Justiça.

PGR vigilante

O Brasil vive mesmo “tempos muito estranhos”, como tem dito o ministro aposentado do STF Marco Aurélio. A Procuradoria-Geral da República, e não mais o STF, assumiu o papel de defender e zelar pela Constituição.

Obrigado, mas não

Candidata ao Senado por São Paulo, Janaina Paschoal agradeceu a Márcio França por “oferecer” tempo de TV e lembrou que, além de ilegal, o que ela quer é debate: “Não sou uma apoiadora, mas uma opositora”.

Ativismo ignorante

O ativismo prega peças. Reportagem sobre o patrimônio da família Bolsonaro “traduziu” a expressão “moeda corrente nacional”, usada em cartórios, por “repasses em espécie”. Os cartórios usam esse palavreado para definir, na escritura, a moeda utilizada na aquisição de imóvel.

Pai biológico?

Candidato ao Senado contra o ex-juiz da Lava-Jato Sergio Moro (UB), Alvaro Dias (Podemos) disse que os desdobramentos da operação da PF foram “primeiramente revelados pela nossa atuação no Senado”.

Papelão da Amazon

A Amazon coleciona queixas em órgãos do consumidor, sem oferecer ao cliente assistência pós-venda. E mantém parceiros que não entregam mercadorias vendidas e mentem alegando “não terem sido encontrados” endereços óbvios. A parceira no DF não tem endereço e nem telefone.
 
Quanto melhor, pior

Pareciam até manifestações de pesar as notícias de ontem sobre a queda do desemprego para 9,1% e do número de pessoas com carteira assinada chegar a 98,7 milhões, faltando pouco para os 100 milhões.

Dois casos, uma sugestão

Apontado como “ponte” do petista Lula com o agronegócio, o empresário Carlos Augustin lembrou o ex-juiz da Lava-Jato Sergio Moro e sugeriu que o candidato do PT peça desculpas por generalizar e chamar o agro de “direitistas e fascistas”. Moro falava mesmo dos casos de corrupção.

Pergunta no grupo

Se figurinha gera busca e apreensão, gif leva à prisão preventiva e vídeo à cadeira elétrica?

PODER SEM PUDOR

Consideração de cabaré

Muito jovem, Oswaldo Aranha foi prefeito de Alegrete (RS) e decidiu acabar com uma curiosa tradição: a briga diária, todas as noites, no cabaré da cidade. Tudo corria bem e animado até o relógio bater 2h da madrugada, e o pau cantava. Uma noite ele visitou a boate. Bebeu, dançou, foi embora às 3h, nada de briga. Voltou no dia seguinte, e novamente os valentões não apareceram. No quinto dia, já freguês, encontrou um vistoso aviso na parede: “Dr. Oswaldo Aranha, acabaram-se as considerações”. Naquela madrugada, pontualmente às 2h, o pau cantou de novo.

Com André Brito e Tiago Vasconcelos

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