Sexta-feira, 28 de Janeiro de 2022

Home em foco Telemedicina, covid-19 e gripe: seu caso pode ser tratado online? Entenda

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A telemedicina é uma ferramenta que auxilia o tratamento médico com a ajuda da internet, sem que o paciente necessite sair de casa.

Com a chegada da pandemia de covid-19 no Brasil, no início de 2020, esse tipo de consulta cresceu de maneira vertiginosa. Afinal, como o novo vírus causou a superlotação dos hospitais, muitas pessoas preferiram tratar problemas de saúde com atendimento à distância.

Felizmente, a vacinação conseguiu desacelerar o ritmo da pandemia e amenizar a situação dos hospitais. No entanto, um novo surto – dessa vez de gripe – deixou o sistema de saúde em alerta e promoveu um novo crescimento do uso da telemedicina.

De acordo com um levantamento, entre os meses de novembro e dezembro de 2021 houve um aumento de 150% no atendimento de pacientes via plataformas online, em todo Brasil. Sendo a maioria deles para o tratamento de covid-19 e gripe. Outro estudo indicou que a média diária de consultas remotas para casos dessas doenças saltou de 7 mil para 40 mil, entre dezembro e janeiro.

Telemedicina

Pacientes que estão com sintomas de tosse, coriza, febre, dores no corpo, na garganta, na cabeça e outros sintomas característicos, tanto da gripe como da covid-19, podem se beneficiar de uma consulta online, através da telemedicina. De acordo com o Gabriel Garcez, diretor médico do Grupo Conexa, com o atendimento online é possível tratar grande parte dos casos.

“Durante uma consulta online o médico consegue fazer uma cuidadosa anamnese, perguntando para o paciente sobre tudo que ele sente. O diagnóstico de uma síndrome gripal pode facilmente ser feito por telemedicina, guiando toda a conduta médica. Na consulta online, o paciente pode receber prescrição de remédios, solicitação de exames e até os atestados para o necessário isolamento durante o período de contágio da doença”, explica o médico.

Atendimento presencial

Segundo o Garcez, durante a consulta de telemedicina o médico também fará alguns questionamentos para saber se o quadro do paciente é mais grave do que o normal e se precisa, portanto, de atendimento presencial.

“Durante a consulta, o médico busca pelos chamados ‘sinais de alarme’ como falta de ar em repouso, dor no peito, redução da saturação de oxigênio ou aumento da frequência respiratória. Na presença de qualquer um desses, é indicado encaminhar o paciente para avaliação presencial imediata. Hoje, nossa taxa de encaminhamentos para avaliação presencial imediata fica em torno de 5%”, conta.

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