Segunda-feira, 17 de Janeiro de 2022

Home Cláudio Humberto TSE terá 3 presidentes hostis a Bolsonaro este ano

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Nos doze meses de 2022, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) terá três presidentes, todos hostis ao atual presidente da República: Luis Roberto Barroso, que deixa o cargo em 28 de fevereiro, Edson Fachin, que assume até 17 de agosto, e Alexandre de Moraes, que comandará as eleições. Os três têm feito afirmações consideradas “agressivas”, longe da recomendação de “temperança” no exercício da magistratura, tantas vezes reiterada pelo ministro aposentado Marco Aurélio.

Presidência de combate
A presidência de Barroso tem sido marcada pelo combate a Bolsonaro, principalmente em discursos e entrevistas.

Para não esquecer
No fim do ano, Barroso mandou às favas o espírito natalino para atacar Bolsonaro, ainda ressentido com a polêmica da impressão do voto.

Democracia sob ataque
Em março de 2021, referindo-se a presidente eleito pelo voto, Fachin disse que “democracia brasileira está sob ataque”, em evento da OAB.

Suspeição nem pensar
Alexandre de Moraes é tido como outro desafeto pessoal de Bolsonaro, mas não cogita alegar suspeição e declinar da presidência do TSE.

Ex-presidente da OAB elogia Macedo: é o melhor
O ex-presidente nacional da OAB, Reginaldo de Castro, conhecido pela independência política, manifestou no Facebook a sua opinião sobre a qualificação profissional do cirurgião Antonio Luiz Macedo, responsável pelo tratamento do presidente Jair Bolsonaro, desde o atentado a faca sofrido em 2018. Macedo tem sido vítima do gabinete de ódio em que se transformou o Twitter. “É o médico que qualifico como o mais destacado cirurgião do país”, afirma o ex-paciente Reginaldo de Castro.

Íntegro e honrado
O ex-presidente da OAB tem no dr. Macedo um “ser humano íntegro, honrado, tecnicamente inexcedível, impecável, alheio aos holofotes”.

Criticas levianas
Macedo o operou “em cirurgia extremamente complexa“ e “está acima de qualquer tipo de críticas levianas sobre sua conduta profissional.”

Patrono da vida
Reginaldo Castro reconhece: “dou graças a Deus por tê-lo como patrono de minha nova vida”.

Eleição que polui
A lei que prorroga os contratos (milionários) com usinas térmicas movidas a carvão mineral condena o Brasil a sustentar, por mais 15 anos, uma atividade suja, cara e poluidora. Mas, e daí? Garante a reeleição do senador Esperidião Amin (PP-SC), figuraça do centrão.

Fingindo-se de vivo
Ainda se espera no PSDB que seu presidente, Bruno Araújo, após a derrota do seu candidato Eduardo Leite para João Doria, nas prévias, exercite as melhores práticas democráticas e renuncie ao cargo.

Deputado Moka
O ex-senador Waldemir Moka (MDB-MS) anunciou sua pré-candidatura a deputado federal. Ele perdeu a reeleição por 15 mil votos, em 2018, para Soraya Thronicke (PSL), eleita na onda bolsonarista.

A ver
Ex-presidente do Senado e atual presidente enrolão da CCJ, Davi Alcolumbre promete priorizar a reformar tributária quando o Congresso voltar ao batente, em fevereiro. Se fosse indicação para o Supremo…

Lucro, que é bom…
Dona do Magazine, Luiza Trajano ganhou perfil gentil no jornal americano New York Times, por ‘lutar contra o racismo’. Mas as perdas de sua empresa em 2021 não apareceram.

Metidos a doutor
Pelegos da Caixa resolveram pagar de formados em medicina. Dizem haver “urgência em vacinar 20 milhões de crianças que irão voltar às aulas”. Ignoram que as crianças voltaram às aulas presenciais em 2021

Deixando claro
O PCO criticou duramente decisão do governador de São Paulo, João Dória, de proibir o carnaval. Aliás, foram tão incisivos que precisaram escrever um #lula ou seriam confundidos com apoiadores de Bolsonaro

Grande Guerra
Esta segunda marca 102 anos da assinatura do Tratado de Versalhes, que pôs oficialmente um fim à Primeira Guerra Mundial. O documento foi assinado inclusive pela Alemanha, que considerou uma “imposição”.

Pensando bem…
… tem pré-candidato que pode sair às ruas à vontade que não corre nenhum risco de aglomeração.

PODER SEM PUDOR
Santo candidato
Em visita à Bahia, em 1936, quando o País especulava sobre sucessão presidencial, Getúlio Vargas ouviu o governador Juracy Magalhães, em um discurso, traçar o perfil ideal de candidato, que para ele deveria ser paciente, honesto, corajoso, empreendedor, prudente, generoso etc. Na viagem de volta, dia seguinte, Getúlio cutucou o genro Amaral Peixoto: – Já sei quem é o candidato de Juracy… – Acho que é ele mesmo – respondeu Peixoto. – Não. Só pode ser o Senhor do Bomfim – disse Getúlio, às gargalhadas.
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Com André Brito e Tiago Vasconcelos

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