Quinta-feira, 20 de Agosto de 2026

Home Eleições 2026 Eleições 2026: Senado tem 54 cadeiras em disputa; 32 titulares tentam a reeleição

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O Senado terá dois terços de suas cadeiras renovados nas eleições de 2026. Das 81 vagas da Casa, 54 estarão em disputa — duas para cada estado e duas para o Distrito Federal. Isso ocorre porque o mandato de senador é de oito anos e a renovação acontece de forma alternada: em uma eleição geral são escolhidos 54 parlamentares e, na seguinte, 27.

Entre os 54 senadores cujo mandato termina este ano, 32 tentam se reeleger. O grupo reúne nomes de diferentes partidos e regiões e representa pouco menos de 60% dos titulares que precisam passar novamente pelas urnas se quiserem continuar com mandatos.

Outros 10 senadores decidiram disputar cargos diferentes. Há ainda 12 que não concorrem nas eleições deste ano.

O levantamento considera a situação eleitoral dos atuais senadores a partir dos registros e informações disponíveis para as eleições de 2026.

Os 32 senadores que buscam a reeleição são Alessandro Vieira (MDB-SE), Angelo Coronel (Republicanos-BA), Carlos Fávaro (PSD-MT), Carlos Portinho (PL-RJ), Carlos Viana (PSD-MG), Chico Rodrigues (PSB-RR), Cid Gomes (PSB-CE), Ciro Nogueira (PP-PI), Eduardo Braga (MDB-AM), Eduardo Gomes (PL-TO), Eliziane Gama (PSD-MA), Esperidião Amin (PP-SC), Fabiano Contarato (PT-ES), Humberto Costa (PT-PE), Jaques Wagner (PT-BA), Leila Barros (PDT-DF), Lucas Barreto (PSD-AP), Marcelo Castro (MDB-PI), Marcio Bittar (PL-AC), Marcos do Val (Avante-ES), Plínio Valério (PSDB-AM), Randolfe Rodrigues (PT-AP), Renan Calheiros (MDB-AL), Rogério Carvalho (PT-SE), Sérgio Petecão (PSD-AC), Soraya Thronicke (PSB-MS), Styvenson Valentim (Podemos-RN), Vanderlan Cardoso (PSD-GO), Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), Weverton (PDT-MA), Zenaide Maia (PSD-RN) e Zequinha Marinho (Podemos-PA).

A disputa, porém, não se limita aos senadores que estão no fim do mandato. Outros nove parlamentares eleitos em 2022, portanto com mandato previsto até 2030, também decidiram deixar a corrida pela cadeira no Senado para tentar um cargo no Executivo estadual.

Entre os 54 senadores que precisam renovar o mandato ou deixar a Casa, 10 optaram por disputar outros cargos.

Dois miram a Presidência ou a Vice-Presidência da República: Flávio Bolsonaro (PL-RJ) concorre à Presidência, enquanto Eduardo Girão (Novo-CE) disputa a Vice-Presidência ao lado de Romeu Zema (Novo).

Marcos Rogério (PL-RO) tenta o governo de Rondônia.

Outros três buscam uma vaga em casas legislativas como deputados: Izalci Lucas (PL-DF) e Roberta Acioly (Republicanos-RR) concorrem a deputado federal, e Mara Gabrilli (PSD-SP), a deputada estadual.

Há ainda quatro senadores que aparecem em chapas como suplentes ao Senado: Daniella Ribeiro (PP-PB), Dra. Eudocia (PSDB-AL), Jader Barbalho (MDB-PA) e Nelsinho Trad Filho (PSD-MS).

A chapa para o Senado é formada por um candidato titular e dois suplentes. Os suplentes podem assumir a vaga em situações previstas pela legislação.

O grupo de senadores em fim de mandato que não concorrerá em 2026 reúne 12 nomes:

* Confúcio Moura (MDB-RO)
* Fernando Dueire (PSD-PE)
* Flávio Arns (PSB-PR)
* Giordano (Podemos-SP)
* Irajá (PSD-TO)
* Ivete da Silveira (MDB-SC)
* Jayme Campos (União-MT)
* Jorge Kajuru (PSB-GO)
* Luis Carlos Heinze (PP-RS)
* Oriovisto Guimarães (PSDB-PR)
* Paulo Paim (PT-RS)
* Rodrigo Pacheco (PSB-MG)

Nove senadores que foram eleitos em 2022 e ainda têm mandato até 2030 decidiram disputar governos estaduais e, caso sejam eleitos, deixarão antecipadamente a cadeira no Senado.

São eles: Alan Rick (Republicanos-AC), Cleitinho (Republicanos-MG), Efraim Filho (PL-PB), Omar Aziz (PSD-AM), Professora Dorinha (União-TO), Renan Filho (MDB-AL), Sergio Moro (PL-PR), Wellington Fagundes (PL-MT) e Wilder Morais (PL-GO).

Além da movimentação entre cargos e partidos, a comparação das candidaturas permite identificar alterações nas informações declaradas pelos próprios candidatos ao longo das eleições.

Entre os atuais senadores que tentam a reeleição, pelo menos 20 mudaram de partido desde a eleição de 2018. Alessandro Vieira passou da Rede para o MDB; Angelo Coronel, do PSD para o Republicanos; Carlos Portinho, do PSD para o PL; Carlos Viana, do PHS para o PSD; Chico Rodrigues, do DEM para o PSB; Cid Gomes, do PDT para o PSB; Eduardo Gomes, do Solidariedade para o PL; Eliziane Gama, do PPS para o PSD; Fabiano Contarato, da Rede para o PT; Leila Barros, do PSB para o PDT; Lucas Barreto, do PTB para o PSD; Marcio Bittar, do MDB para o PL; Marcos do Val, do PPS para o Avante; Randolfe Rodrigues, da Rede para o PT; Soraya Thronicke, do PSL para o PSB; Styvenson Valentim, da Rede para o Podemos; Vanderlan Cardoso, do PP para o PSD; Veneziano Vital do Rêgo, do PSB para o MDB; Zenaide Maia, do PHS para o PSD; e Zequinha Marinho, do PSC para o Podemos. (Com informações do portal de notícias g1)

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