Quinta-feira, 13 de Agosto de 2026
Por Redação Rádio Pampa | 12 de agosto de 2026
A senadora Tereza Cristina (PP-MS), ex-ministra da Agricultura do governo Jair Bolsonaro, mantém diálogo com integrantes do grupo político de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), mas sua participação na campanha presidencial do senador depende das negociações políticas envolvendo o Progressistas.
Tereza Cristina chegou a ser considerada uma das principais opções para ocupar a vice-presidência na chapa de Flávio. A senadora, no entanto, inicialmente recusou o convite, alegando interesse em disputar a Presidência do Senado em 2027.
Posteriormente, no fim de julho, aliados da parlamentar afirmaram que ela havia sinalizado disposição para aceitar o convite. A possibilidade, porém, esbarrou na decisão da federação formada por PP e União Brasil de permanecer neutra na disputa presidencial.
Flávio acabou escolhendo o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) para a posição de vice. A definição ocorreu no início de agosto e encerrou as negociações que envolviam nomes de outros partidos do centro e da direita.
Mesmo fora da chapa, Tereza Cristina continua sendo uma liderança importante para o grupo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro, especialmente por sua atuação junto ao agronegócio.
A senadora foi ministra da Agricultura durante o governo Bolsonaro e mantém influência entre produtores rurais e setores ligados ao agronegócio. Sua eventual participação na campanha de Flávio poderia ampliar a presença do candidato nesse segmento do eleitorado.
A situação também envolve interesses da própria parlamentar. Tereza Cristina trabalha para disputar a Presidência do Senado em 2027, projeto que pode ser afetado por um eventual envolvimento direto na campanha presidencial.
O Progressistas, por sua vez, decidiu manter neutralidade na disputa presidencial. A posição da legenda dificulta uma participação institucional de Tereza Cristina na campanha de Flávio, embora não impeça manifestações individuais de apoio.
A campanha do candidato do PL tenta ampliar alianças com lideranças políticas de diferentes regiões do país e atrair setores que não estão diretamente ligados ao partido.
Flávio Bolsonaro oficializou sua candidatura à Presidência durante a convenção nacional do PL, realizada em julho. A campanha terá início oficialmente em 16 de agosto.
Por Redação Rádio Pampa | 12 de agosto de 2026
A senadora Tereza Cristina (PP-MS), ex-ministra da Agricultura do governo Jair Bolsonaro, mantém diálogo com integrantes do grupo político de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), mas sua participação na campanha presidencial do senador depende das negociações políticas envolvendo o Progressistas.
Tereza Cristina chegou a ser considerada uma das principais opções para ocupar a vice-presidência na chapa de Flávio. A senadora, no entanto, inicialmente recusou o convite, alegando interesse em disputar a Presidência do Senado em 2027.
Posteriormente, no fim de julho, aliados da parlamentar afirmaram que ela havia sinalizado disposição para aceitar o convite. A possibilidade, porém, esbarrou na decisão da federação formada por PP e União Brasil de permanecer neutra na disputa presidencial.
Flávio acabou escolhendo o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) para a posição de vice. A definição ocorreu no início de agosto e encerrou as negociações que envolviam nomes de outros partidos do centro e da direita.
Mesmo fora da chapa, Tereza Cristina continua sendo uma liderança importante para o grupo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro, especialmente por sua atuação junto ao agronegócio.
A senadora foi ministra da Agricultura durante o governo Bolsonaro e mantém influência entre produtores rurais e setores ligados ao agronegócio. Sua eventual participação na campanha de Flávio poderia ampliar a presença do candidato nesse segmento do eleitorado.
A situação também envolve interesses da própria parlamentar. Tereza Cristina trabalha para disputar a Presidência do Senado em 2027, projeto que pode ser afetado por um eventual envolvimento direto na campanha presidencial.
O Progressistas, por sua vez, decidiu manter neutralidade na disputa presidencial. A posição da legenda dificulta uma participação institucional de Tereza Cristina na campanha de Flávio, embora não impeça manifestações individuais de apoio.
A campanha do candidato do PL tenta ampliar alianças com lideranças políticas de diferentes regiões do país e atrair setores que não estão diretamente ligados ao partido.
Flávio Bolsonaro oficializou sua candidatura à Presidência durante a convenção nacional do PL, realizada em julho. A campanha terá início oficialmente em 16 de agosto.
Por Redação Rádio Pampa | 12 de agosto de 2026
A senadora Tereza Cristina (PP-MS), ex-ministra da Agricultura do governo Jair Bolsonaro, mantém diálogo com integrantes do grupo político de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), mas sua participação na campanha presidencial do senador depende das negociações políticas envolvendo o Progressistas.
Tereza Cristina chegou a ser considerada uma das principais opções para ocupar a vice-presidência na chapa de Flávio. A senadora, no entanto, inicialmente recusou o convite, alegando interesse em disputar a Presidência do Senado em 2027.
Posteriormente, no fim de julho, aliados da parlamentar afirmaram que ela havia sinalizado disposição para aceitar o convite. A possibilidade, porém, esbarrou na decisão da federação formada por PP e União Brasil de permanecer neutra na disputa presidencial.
Flávio acabou escolhendo o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) para a posição de vice. A definição ocorreu no início de agosto e encerrou as negociações que envolviam nomes de outros partidos do centro e da direita.
Mesmo fora da chapa, Tereza Cristina continua sendo uma liderança importante para o grupo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro, especialmente por sua atuação junto ao agronegócio.
A senadora foi ministra da Agricultura durante o governo Bolsonaro e mantém influência entre produtores rurais e setores ligados ao agronegócio. Sua eventual participação na campanha de Flávio poderia ampliar a presença do candidato nesse segmento do eleitorado.
A situação também envolve interesses da própria parlamentar. Tereza Cristina trabalha para disputar a Presidência do Senado em 2027, projeto que pode ser afetado por um eventual envolvimento direto na campanha presidencial.
O Progressistas, por sua vez, decidiu manter neutralidade na disputa presidencial. A posição da legenda dificulta uma participação institucional de Tereza Cristina na campanha de Flávio, embora não impeça manifestações individuais de apoio.
A campanha do candidato do PL tenta ampliar alianças com lideranças políticas de diferentes regiões do país e atrair setores que não estão diretamente ligados ao partido.
Flávio Bolsonaro oficializou sua candidatura à Presidência durante a convenção nacional do PL, realizada em julho. A campanha terá início oficialmente em 16 de agosto.