Terça-feira, 16 de Abril de 2024

Home Mundial Análise da Fifa considera o argentino Messi o craque da Copa do Mundo e Griezmann o “motor” da França

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O argentino Lionel Messi é a referência de qualidade na Copa do Mundo e Antoine Griezmann o motor que dá estabilidade à França. Já o Marrocos se destaca pela parte tática e por se multiplicar em campo, enquanto a Croácia tem no vigor físico uma de suas principais qualidades. As considerações são de uma análise realizada pela Federação Internacional de Futebol (Fifa).

Maior destaque da competição, de acordo com o técnico italiano Alberto Zaccheroni, membro do Grupo de Estudos da entidade máxima do futebol, o camisa 10 da única equipe sul-americana nas semifinais do torneio tem feito a diferença. “Seu torneio está sendo extraordinário. É um jogador que é protagonista das suas partidas.”

Com quatro gols marcados até aqui, ele é o goleador da sua equipe e está a um do artilheiro do torneio: o francês Mbappé. A versatilidade e a experiência são outros pontos que contam a favor deste veterano de 35 anos, que disputa a sua quinta Copa do Mundo.

“Tem feito um trabalho maravilhoso para se adaptar dependendo da partida. Nem sempre segue o mesmo roteiro. Às vezes opta por cobrir as costas da defesa e em outros casos atua na linha ofensiva mais alta”, afirmou Zaccheroni durante entrevista em Doha.

Protagonista da seleção francesa por ser o artilheiro isolado do torneio, Mbappé perdeu espaço para Griezmann. Com uma função de armador e marcador, o jogador do Atlético de Madrid chamou a atenção no estudo por ser o termômetro da equipe.

“Neste torneio ele joga mais atrás, o que significa ter qualidade para passar a bola no meio-campo. Tudo no time da França começa a partir dos seus pés até a bola chegar em Mbappé e Giroud. Griezmann é quem dá estabilidade à seleção”, concluiu Zaccheroni.

Outros aspectos

O grupo de estudo analisou outros pontos como o aumento da dinâmica das partidas. As cinco substituições, segundo Zaccheroni, possibilitam às seleções impor um ritmo físico maior. A Croácia, que passou por duas prorrogações, (nas oitavas, contra o Japão, e nas quartas, contra o Brasil) é enquadrada nesse caso.

“Um elemento específico que mudou a dinâmica é o número de substituições permitidas (cinco). A Croácia chegou tão longe graças à qualidade do meio-campo, mas também porque manteve o vigor físico até o final”, disse Zaccheroni.

Maior surpresa da Copa do Mundo, o semifinalista Marrocos ganhou espaço na pesquisa pelo seu planejamento tático: “A Seleção marroquina fez um trabalho fantástico, reduzindo espaços na defesa. Dos quatro semifinalistas, é o time que tem defendido com mais intensidade e apresentou ainda uma grande resistência”.

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