Quinta-feira, 27 de Agosto de 2026

Home Economia Dólar sobe e fecha a R$ 5,16, de olho na taxa de desemprego e na alta do petróleo; Bolsa avança

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O dólar fechou em alta de 0,21% nesta quinta-feira (27), cotado a R$ 5,1620. O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira, avançou 0,31%, aos 175.135 pontos. No mercado doméstico, investidores acompanharam principalmente os novos dados do mercado de trabalho e os possíveis impactos sobre a trajetória dos juros. No exterior, os preços do petróleo e o desempenho das empresas de tecnologia estiveram entre os principais fatores observados pelos mercados.

Na semana, o dólar acumula alta de 0,34%. No mês, a valorização chega a 1,82%, enquanto, no ano, a moeda americana registra queda de 5,95%.

O Ibovespa acumula alta de 2,40% na semana. No mês, porém, o índice registra queda de 1,61%. No acumulado de 2026, a Bolsa brasileira apresenta valorização de 8,70%.

Um dos principais indicadores acompanhados pelos investidores nesta quinta-feira foi a taxa de desemprego. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desocupação ficou em 5,3% no trimestre encerrado em julho.

O resultado representa uma queda de 0,5 ponto percentual em relação ao trimestre anterior, quando a taxa estava em 5,8%. O número de desempregados caiu de 6,3 milhões para 5,8 milhões de pessoas. Já o contingente de ocupados chegou a 103,3 milhões, o maior número da série histórica iniciada em 2012.

A taxa de 5,3% também é a menor registrada para um trimestre encerrado em julho desde o início da série histórica da pesquisa.

O mercado de trabalho aquecido entra no conjunto de informações analisadas pelo Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, para definir a taxa básica de juros. Uma atividade econômica mais forte pode contribuir para aumentar as pressões inflacionárias e, consequentemente, reduzir o espaço para cortes na Selic.

Outro dado divulgado nesta quinta-feira mostrou que os gastos de brasileiros no exterior somaram US$ 2,45 bilhões em julho. Foi o maior valor registrado em um único mês desde o início da série histórica do Banco Central, em 1995. O recorde anterior havia sido registrado em julho de 2014, quando os gastos chegaram a US$ 2,41 bilhões.

O resultado ocorreu em um período de valorização do real. O dólar encerrou julho cotado a R$ 5,0696, o que contribuiu para reduzir o custo das viagens internacionais para brasileiros.

No exterior, os mercados acompanharam as negociações envolvendo o Estreito de Ormuz, importante rota para o transporte mundial de petróleo. As conversas buscam estabelecer condições para a retomada da navegação na região e reduzir as tensões envolvendo o Irã.

A indefinição manteve os preços do petróleo em alta. Por volta das 17h30, o barril do Brent, referência internacional, subia 2,05%, cotado a US$ 89,64. O WTI, referência nos Estados Unidos, avançava 1,68%, a US$ 83,61.

A alta do petróleo favoreceu as ações da Petrobras. Os papéis da companhia avançaram mais de 3% durante a sessão e ajudaram a sustentar o desempenho positivo do Ibovespa.

O cenário internacional também foi influenciado pelo resultado da Nvidia. A fabricante de chips divulgou números que reduziram parte das dúvidas dos investidores sobre a demanda por produtos e serviços relacionados à inteligência artificial. A companhia registrou forte crescimento no segundo trimestre, com lucro líquido e receita aproximadamente dobrando na comparação anual.

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Na semana, o dólar acumula alta de 0,34%. No mês, a valorização chega a 1,82%, enquanto, no ano, a moeda americana registra queda de 5,95%.

O Ibovespa acumula alta de 2,40% na semana. No mês, porém, o índice registra queda de 1,61%. No acumulado de 2026, a Bolsa brasileira apresenta valorização de 8,70%.

Um dos principais indicadores acompanhados pelos investidores nesta quinta-feira foi a taxa de desemprego. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desocupação ficou em 5,3% no trimestre encerrado em julho.

O resultado representa uma queda de 0,5 ponto percentual em relação ao trimestre anterior, quando a taxa estava em 5,8%. O número de desempregados caiu de 6,3 milhões para 5,8 milhões de pessoas. Já o contingente de ocupados chegou a 103,3 milhões, o maior número da série histórica iniciada em 2012.

A taxa de 5,3% também é a menor registrada para um trimestre encerrado em julho desde o início da série histórica da pesquisa.

O mercado de trabalho aquecido entra no conjunto de informações analisadas pelo Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, para definir a taxa básica de juros. Uma atividade econômica mais forte pode contribuir para aumentar as pressões inflacionárias e, consequentemente, reduzir o espaço para cortes na Selic.

Outro dado divulgado nesta quinta-feira mostrou que os gastos de brasileiros no exterior somaram US$ 2,45 bilhões em julho. Foi o maior valor registrado em um único mês desde o início da série histórica do Banco Central, em 1995. O recorde anterior havia sido registrado em julho de 2014, quando os gastos chegaram a US$ 2,41 bilhões.

O resultado ocorreu em um período de valorização do real. O dólar encerrou julho cotado a R$ 5,0696, o que contribuiu para reduzir o custo das viagens internacionais para brasileiros.

No exterior, os mercados acompanharam as negociações envolvendo o Estreito de Ormuz, importante rota para o transporte mundial de petróleo. As conversas buscam estabelecer condições para a retomada da navegação na região e reduzir as tensões envolvendo o Irã.

A indefinição manteve os preços do petróleo em alta. Por volta das 17h30, o barril do Brent, referência internacional, subia 2,05%, cotado a US$ 89,64. O WTI, referência nos Estados Unidos, avançava 1,68%, a US$ 83,61.

A alta do petróleo favoreceu as ações da Petrobras. Os papéis da companhia avançaram mais de 3% durante a sessão e ajudaram a sustentar o desempenho positivo do Ibovespa.

O cenário internacional também foi influenciado pelo resultado da Nvidia. A fabricante de chips divulgou números que reduziram parte das dúvidas dos investidores sobre a demanda por produtos e serviços relacionados à inteligência artificial. A companhia registrou forte crescimento no segundo trimestre, com lucro líquido e receita aproximadamente dobrando na comparação anual.

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