Domingo, 26 de Maio de 2024

Home Brasil Média móvel de mortes por covid no Brasil é a menor desde junho

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O Brasil registrou nesta sexta-feira (19) 181 mortes pela covid nas últimas 24 horas, totalizando 682.457 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de perdas humanas nos últimos 7 dias é de 163, a menor desde 23 de junho. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -23%, indicando tendência de queda.

No total, o País registrou 19.481 novos diagnósticos da doença no período de um dia, completando 34.261.939 casos conhecidos desde o início da pandemia. Desta forma, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 16.379. A variação foi de -40% em relação a duas semanas atrás.

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

A chamada “média móvel de 7 dias” faz uma média entre o número do dia e dos seis anteriores. Ela é comparada com média de duas semanas atrás para indicar se há tendência de alta, estabilidade ou queda dos casos ou das mortes.

O cálculo é um recurso estatístico para conseguir enxergar a tendência dos dados abafando o ruído” causado pelos finais de semana, quando a notificação de mortes se reduz por escassez de funcionários em plantão.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Vacinação

Em todo o País, 180.485.236 pessoas receberam a primeira dose de um imunizante, o equivalente a 84,01% da população brasileira. A segunda dose da vacina, por sua vez, foi aplicada em 169.782.002 pessoas, ou 79,03% da população nacional.

Já 101.570.789 pessoas receberam uma dose de reforço. Pelo menos 26.857.859 já receberam a segunda dose de reforço. Até o momento, ao menos 13.750.480 crianças de 3 a 11 anos já receberam a primeira dose contra a covid. Esse valor representa 52,04% da faixa etária.

A vacinação infantil nas capitais tem avanço desigual, falhas de registro e atraso nos dados. Por isso, as estatísticas podem estar aquém da realidade. Apenas 9.146.207 ou 34,61% das crianças dessa faixa etária receberam a segunda dose.

Pfizer

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu nesta sexta um pedido da Pfizer para autorização de uso emergencial de uma nova vacina contra covid.

O imunizante é do tipo bivalente: sua fórmula tem base em uma mistura de duas “versões” do Sars-Cov-2: a cepa original, usada na vacina Comirnaty, e a cepa ômicron, subvariante BA.1.

“Apesar da versão atual da vacina contra covid-19 ter consistentemente demonstrado possuir altos níveis de efetividade, protegendo contra hospitalizações e morte em relação tanto ao tipo selvagem, como também às novas variantes de preocupação, a Pfizer tem como premissa sempre buscar novas frentes de abordagem para luta contra pandemia”, declarou a empresa em nota.

A proposta da empresa é que a nova vacina seja utilizada como dose de reforço para a população acima de 12 anos.

Ainda de acordo com o comunicado, a tecnologia empregada na fabricação das vacinas permite atualização rápida das formulações, o que possibilitará, em breve, uma versão atualizada da vacina também para as subvariantes BA.4/BA.5.

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